Ramos de Cultura

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Solenidade de Corpus Christi – Tapete de Sal

Olá! Já faz um tempo que não escrevo com minhas próprias palavras aqui :/ maaaaaaas para felicidade de todos e da nação contarei o fato ocorrido na Solenidade de Corpus Christi (não adentrarei no mistério histórico nesse artigo). Um testemunho rápido e simples que envolve um dos Ramos de Cultura 😀 pelo qual sou apaixonado a Arte! Só um básico sobre os Tapetes de Sal: surgiu na Europa esta festa em memória do Corpo e Sangue do Senhor para que não esqueçamos o seu real valor e não fosse banalizado algo que vem acontecendo atualmente. E o porque dos Tapetes de Sal? Os tapetes são confeccionados para o Procissão do Senhor e o sal para simbolizar a purificação da Terra. (Alguns lugares os tapetes são feitos com serragem, flores…) Vamos ao testemunho 😉 (ah vou contar essa história por que acabo sempre contando e tals aí é preciso repetir tudo :/ agora é só eu pegar o link jogar hehe)

Tapete de Sal - Corpus Christi 2013

Tapete de Sal – Corpus Christi 2013 (sim a foto eu que tirei e inverti significa como é transcendental o Corpo de Cristo.

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Por que a Beleza Importa – tudo é arte e nada é arte? (Parte 6)

(Cont) Roger Scrutton

Se olharmos para a historia da beleza ideal, veremos que filósofos e artistas tiveram boas razões para conectar o belo e o sagrado. E de ver nossa necessidade de beleza como algo profundo em nossa natureza. Parte de nossa necessidade de consolação, em um mundo de perigos, tristeza e sofrimento.

Êxtase de Santa Theresa - Gian Lorenzo Bernini

Êxtase de Santa Theresa – Gian Lorenzo Bernini

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Por que a Beleza Importa – tudo é arte e nada é arte? (Parte 5)

(Cont) Roger Scrutton

A idéia de que o mundo é intrinsecamente significativo, coberto de um encantamento que não necessita de doutrina religiosa para percebê-lo, uma vez que é uma profunda necessidade emocional. A beleza não foi colocada no mundo por Deus, mas descoberta nele pelas pessoas. O ideal de Shrewsbury encorajava o culto à beleza, que elevava a apreciação da arte e da beleza ao papel que fora ocupado pelo culto à Deus. A beleza deveria preencher o vazio com o “formato de Deus”, criado pela ciência. Artistas não eram mais ilustradores das historias sagradas, a serviço da Igreja; eles estavam descobrindo as historias por si mesmos, ao interpretar os segredos da natureza. Campos, que costumavam ser meros panos de fundo para imagens sagradas, se tornaram o foco, com humanos apenas de figuração.

Raphael - The small Cowper Madonna

Raphael – The small Cowper Madonna

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Por que a Beleza Importa – tudo é arte e nada é arte? (Parte 3)

(cont) Filósofo Roger Scrutton

Certamente algo não é uma obra de arte só por mostrar a realidade, incluindo a feiura, e se auto chamar de arte. A arte necessita de criatividade, e criatividade, é sobre dividir, chamar os outros para ver o mundo como o artista o vê. É por este motivo que vemos beleza na arte inocente das crianças. Crianças não estão nos dando idéias no lugar de imagens criativas, nem estão se afundando em feiura. Elas estão tentando afirmar o mundo como o vêem, e dividir o que sentem. Algo da criatividade deliciosamente pura das crianças, sobrevive em cada verdadeira obra de arte. Mas criatividade não é suficiente, e o talento do verdadeiro artista, é mostrar o real sob a luz do ideal, e então, transfigurá-lo. Isto é o que Michelângelo alcança em seu grande retrato de David.

David - Michelangelo

David – Michelangelo

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Por que a Beleza Importa – tudo é arte e nada é arte? (Parte 2)

(Cont) Filósofo Roger Scrutton

Houve um tempo em que a arte cultuava a beleza. Agora temos um culto à feiura, no lugar. Sendo o mundo perturbador, a arte deveria ser perturbadora também. Aqueles que procuram beleza na arte apenas estão por fora da realidade moderna de beleza. Às vezes a intenção é nos chocar, mas o que é chocante de início, se torna chato e vazio, quando repetido. Isto transforma a arte em uma piada elaborada que perdeu a graça, se os críticos continuarem a encorajar isto, com medo de dizerem que “o imperador está nu”.

Damien Hirst - a thousand years (um exemplo de Arte Pertubadora)

Damien Hirst – a thousand years (um exemplo de Arte Perturbadora)

A arte criativa não é feita do nada, somente se tendo uma idéia. Sim, idéias podem ser interessantes e prazerosas, mas isto não justifica a apropriação do papel da arte. Se uma obra de arte, não é nada mais do que uma idéia, qualquer um poderia ser um artista e qualquer objeto uma obra de arte… Não existe mais nenhuma necessidade de habilidade, gosto ou criatividade. Leia mais…

Por que a Beleza Importa – tudo é arte e nada é arte? (Parte 1)

Olá galera, trago aqui a transcrição de um documentário sensacional a respeito da Beleza 😉 inclusive sanou muitas dúvidas minhas a respeito do que é arte. Nascemos em um período tão louco que desde o berço aprendemos o ERRADO como se fosse CERTO. Lembro que no documentário do Banksy ele levantava essa questão o que é arte? Quem pode criar?  E o filósofo deste documentário responde tintin por tintin e pronto! As escamas caem dos nossos olhos 😀

Detalhe: Venus de Botticelli

Detalhe: Venus de Botticelli

Este documentário foi dirigido pelo filósofo inglês Roger Scruton – um dos mais importantes intelectuais conservadores da Europa – e veiculado pela BBC em 28/11/2009. Nele, de uma forma brilhante, instigante e muito elucidativa, o Professor Roger Scruton demonstra como a partir do século XX, perdendo o senso ético e estético de(a) Beleza, a humanidade afundou-se ainda mais no que ele chama, com inteira razão, de deserto espiritual. Tal deserto, indubitavelmente, é um dos frutos do ideal, soberbo e falacioso, da modernidade iluminista que assentiu que “o homem é a medida de todas as coisas“. Hoje, já na pós-modernidade da humanidade, já não há mais senso ético e estético de Verdade, de Bondade ou, como bem explica Dr. Scruton, de Beleza. As consequências disso? Muitas! Todas girando em torno do que no cristianismo se chama de “feiúra da alma” ou, nas palavras do filósofo inglês “a cult of ugliness”. Leia mais…

Da arte verdadeira à “rabiscagem”

Bem, encontrei uma revista jogada pela Igreja e folheei até que deparei com a matéria abaixo. Muito boa e resolvi reproduzir na íntegra 😉 Para os fãs de arte, boa leitura!

Nenhuma mulher gostaria de ter tais feições, a menos que estivesse sendo vítima de alguma possessão diabólica. Que moça ou senhora sentir-se-ia à vontade, olhando-se no espelho e vendo refletida essa figura? Pensaria tratar-se de uma alucinação. Ou então, que um demônio teria desfigurado sua face.O quadro abaixo intitula-se Mulher chorando.

Entretanto, esse é um dos quadros mais celebrados de Pablo Picasso, quando tinha 56 anos, pintado em 1937.

Mulher chorando

Mulher chorando

Mas não pense o leitor que esse e numerosos outros quadros medonhos ou inextricáveis foram por ele produzidos por falta de talento. Não! Picasso tinha muito talento.

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Arte Bizantina – Ícones (parte I)

Bem estava meio sumido no blog, um deserto espiritual :/ tinha idéias porém não tinha ânimo para escrever pois não tinha a menor noção por onde começar a escrever sobre o algo extremamente amplo, rico, divino, lindo e tanto mais belos adjetivos 🙂 e pelo fato de sua grandiosidade seria covardia tentar resumir tudo em uma postagem, agora quantos eu irei escrever não sei rsrsrs venha junto comigo nessa saga acompanhado, interagindo e dando sugestões para crescermos todos juntos em sabedoria e espiritualidade!

"Nisto surgiu uma grande tormenta e lançava as ondas dentro da barca, de modo que ela já se enchia de água.Jesus achava-se na popa, dormindo sobre um travesseiro. Eles acordaram-no e disseram-lhe: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Silêncio! Cala-te! E cessou o vento e seguiu-se grande bonança. Ele disse-lhes: Como sois medrosos! Ainda não tendes fé?" Marcos 4, 37-40

“Nisto surgiu uma grande tormenta e lançava as ondas dentro da barca, de modo que ela já se enchia de água.
Jesus achava-se na popa, dormindo sobre um travesseiro. Eles acordaram-no e disseram-lhe: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Silêncio! Cala-te! E cessou o vento e seguiu-se grande bonança. Ele disse-lhes: Como sois medrosos! Ainda não tendes fé?” Marcos 4, 37-40

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