Ramos de Cultura

Arquivo para o mês “setembro, 2015”

A beleza transcendente da Missa

Olá amigos, trago este pequeno e rico relato do amigo Fábio Magalhães, após participar da Santa Missa no rito extraordinário na Antiga Sé/RJ celebrada em honra de Santa Rosa de Lima.

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“Hoje, 30/08/15, assisti à Santa Missa, no rito extraordinário, na Antiga Sé do Carmo, no Centro do Rio, celebrada pelo Pe. Bruce Judice, da Administração Apostólica São João Maria Vianney. Pe. Bruce estava especialmente inspirado e o coral interpretou parte do Ofício das Virgens, em homenagem a Santa Rosa de Lima, em seu dia. A celebração foi tão bela e envolvente que o tempo passou, sem que eu percebesse. E, durante o “Asperges me” e durante a Consagração, o silêncio era impressionante! Terminada a Missa, rezei as “Orações Leoninas” e fui beber água. Foi quando eu notei uma turista zanzando pela igreja, com um ar meio apalermado. Saindo da igreja, tornei a ver essa turista. Ela estava aos prantos e tremia. Aproximei-me. “Você está bem? Quer ajuda?”, perguntei, em inglês. Reconhecendo-me da igreja, ela perguntou: “Isso é uma igreja católica?” “Sim.”, eu disse. Ela agarrou o meu braço com força: “Eu nunca vi nada tão bonito, você acredita?”. “Eu acredito! Que bom que a senhora gostou! É Deus te chamando!”, eu respondi. Ela não parecia entender muito de catolicismo e eu, sem saber mais o que dizer, expliquei: “Hoje nós comemoramos a memória de Santa Rosa de Lima, uma grande santa peruana.” A mulher arregalou aqueles olhões azuis: “Oh! Meu nome é Rose!”. “Viu”, eu falei, “Não existe coincidência! Deus está te chamando!”. Nós nos despedimos e eu me afastei, com a sensação de que ela havia se convertido naquele momento. Talvez seja uma história boba, mas as sensações envolvidas não são nada bobas. Rose experimentou alguma coisa de transcendente naquela celebração. Eu também experimentei, assim como outros. Mas eu e os outros já estamos tão acostumados que esquecemos do quão poderosa pode ser a Santa Missa, principalmente quando bem celebrada, do Seu poder para romper as barreiras da ignorância e tocar o ser humano no que ele tem de mais secreto. Rose me fez lembrar. Obrigado, Rose!”

 

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